O mundo possui aproximadamente sete bilhões de pessoas, é muita gente potencializando os vários problemas da humanidade. Numa hipotética conjuntura filosófica, afirma-se que 90% (noventa por cento) desse montante vivem a bel-prazer das circunstâncias, sem criarem modelos para a evolução da coletividade. Comportam-se como passivos sociais; residem mentalmente em bolhas, reclamam dos problemas da humanidade, culpam os governos, os políticos e o sistema.

Contrapondo a grande massa popular, o mundo é administrado por uma minoria. Verifica-se que apenas 10% (dez por cento) da população, verdadeiramente se doam e participam como operadores da manutenção da humanidade. Esses não aceitam viver como espectadores; são pessoas ativas com idéias e ações que interferem naturalmente no curso da vida de todos nós, gerando de certa forma uma benéfica conjuntura social e ambiental.

Os bons exemplos de ser humanos devem ser chancelados; servindo como incentivo para os raquíticos mentais acordarem, e assim, possam participar do processo de desenvolvimento da coletividade.

Aproveitaremos esse espaço, para expor pessoas que são positivamente abstraídas da colméia social, como exemplos de personalidade em algum aspecto comportamental da vida coletiva.

A vida de Nelson Rolihlahla Mandela